Olhas as minhas prendinhas de Natal... Olha.. OLHA!

Hoje estava na paragem do comboio e deparei-me com uma senhora, já com a sua idade, a vestir um par de botas daquelas ao estilo Barbie. Aquela cena, além de altamente chocante para um adulto, deve ser traumática para uma criança que goste da Barbie. Mesmo ao lado estava uma rapariga que não teria mais de 16 anos... com umas botas daquelas de salto alto clássicas. Pensei eu para mim "Isto sou eu que ainda não bebi café". Mas não. Foi comprovado cientificamente através de um complexo processo de ingestão de cafeína aos bochechos (devido à quentura) que eu não era a causa de tal insólito instante visual.

Entretanto, e por causa disto, decidi estar atento às vestimentas e acessórios das pessoas a caminho do trabalho. E deparei-me, obviamente, com algumas situações bastante giras. Outras nem por isso.

Penso que é importante usar as prendas que nos oferecem. É alias uma demonstração de que realmente gostamos delas. Mas é preciso ter algum cuidado. Afinal... umas botas de camurça não combinam com um fato clássico. E uma carteira do "Burrinho" (ocultei a marca propositadamente porque não gosto de fazer publicidade à descarada) de cor castanha não fica muito bem com um casaco verde e umas calças laranja. Talvez aqui o problema fosse mesmo das calças.

Agora, e durante alguns dias, voltam os cromos/as a testar os toques todos do seu telemóvel... fazendo-o não no descanso do seu lar mas sim em público, partilhando momentos de agonia auditiva com os demais.  Quando se tenta dormitar 10m durante a viagem.

Vamos a ver também o executivo de gravata a brincar com a sua nova PSP (vá lá que não era cor de rosa... mas não digo se era branca... não gosto de rotolar as pessoas assim à descarada) e a carregar freneticamente nos botões, tentando perceber porque é que não consegue saltar aquela plataforma logo no nível 1 do jogo.

Ok. Isto foi a gota de agua. Saco do meu portátil e ponho-me a escrever mesmo à sua frente esta entrada do blog... e mal sabe ele que ficou famoso. Sim... porque a julgar pelos catrafadões de visitas que eu recebo... agora vai andar toda a gente no comboio a rir-se do homem quando virem um executivo de PSP na mão (provavelmente branca). Chego a ter pena dele. Bem... e daí nem por isso. Sim porque esse Sr. tem uma PSP.

E antes que pensem que esta entrada surgiu por ter inveja de ele ter uma PSP, posso-vos dizer que sim... têm razão.

Ah e finalmente eis que o/a senhor/a do telemóvel decidiu que a música mais irritante, que fará com que acorde até um morto quando estiver distraído/a, é uma versão adulterada da banda sonora do filme "Manos - The hands of Fate". O nível cultural das pessoas às vezes surpreende-me.

Publicidade Ambulante Humana

Já andava à uns tempos para falar acerca disto. E este Natal comecei a perceber a ridicularidade a que se chega... para nos transformar-mos em autênticos placares de Publicidade... e ainda pagar pelo "privilégio".

Tais como todos os Natais, eis que a malta sai toda da toca para ir comprar os presentes mais estapafúrdios que se possa imaginar. Muitas vezes, em vez de se pensar na utilidade de uma prenda pensa-se sim no valor que se vai oferecer. "Ai esta não... então ofereceste ao Manel uma de 40 euros e agora ofereces uma de 20 à Manela? Estás estúpido ou quê?". Não é raro. Como que se o valor de uma prenda fosse medir o tamanho da amizade ou dos sentimentos por outra pessoa.

Mas há pior. Tal como uma que eu vi presencialmente de um casal de namorados, digo eu, em que o namorado queria oferecer um cinto todo bonito à dita e a mesma afirmou algo como "Este não... não se vê a marca! Já viste como o logotipo mal se vê?".

Parti-me todo a rir. Só não soltei uma gargalhada porque não queria ofuscar a ridicularidade da situação. Aquela rapariga estava na disposição de dar mais de 50 euros por um cinto, só porque o que o namorado lhe mostrou não tinha um logótipo que se visse a 3km de distância. Sem binóculos.

Qualquer dia temos as pessoas a andar na rua com roupa a fazer "pisca-pisca" e com luzes psicadélicas a chamar a atenção para o facto de terem dado 150 euros por uma calça de ganga ou 100 euros por uma camisa. Ou então para além da marca passamos a andar a passear com os preços agarrados. Afinal.. se estamos a pagar tanto dinheiro por um par de calças de ganga rotas é melhor fazer ver as pessoas que aquilo realmente é um par de calças rotas caras. E qual a forma de o fazer? Obviamente que é fazendo com que as calças tenham bem visíveis as marcas das mesmas. Quanto mais visível melhor.

Tornamo-nos assim painéis publicitários das marcas, voluntariamente, e reduzimo-nos a um estatuto que, enfim, é digno dos nossos tempos.

Quem sabe daqui a 30 anos, em 2036-2037 portanto, cheguemos a conclusão de que não queremos mostrar aquela foto com a calça de ganga rota e com o casaco xpto aos nossos netos... não vão eles desatar a rir-se desalmadamente... embora acredite mais que eles perguntem, pelo caminho que as coisas estão a levar, onde as guardamos para as venderem como peças de colecção num qualquer sistema de leilões on-line.

Os funcionários do Metro de Lisboa têm de fazer as compras de Natal obviamente

Só isso justifica as sucessivas greves que temos vindo a assistir. Senão vejamos... quem afinal anda de Metro na grande maioria? É quem paga o passe certo? Se é quem paga o passe, quem é que acaba por realmente ser afectado pela greve? Simples... quem já desembolsou uns 50, 70 ou 100 euros pelos seus passes combinados e que tem de vir para Lisboa.

De tão normais que são estas greves, o Metro já deve ter desconto nos transportes "alternativos".

Os custos que o Metro teria para manter as linhas a funcionar, deve ser superior ao custo que é o de arranjar umas carreiras para "desenrascar" a malta. Os ganhos que o Metro teria, caso as linhas estivessem a funcionar, seriam mínimos considerando o número de pessoas que paga bilhete de manhã.

Ou seja... Assim de repente...

a) A empresa que gere o Metro já recebeu o bolo grande do dinheiro dos passes. Ou vai receber, quer opera ou não.

b) Não há custos com a manutenção das linhas... ou pelo menos estes são reduzidos. Logo provavelmente até terão mais lucro quando há greves...

c) Provavelmente até aproveitam para tratar de alguns problemas que haverão nas linhas e que durante o dia não podem ser resolvidos  (quando é à noite até devem ter de pagar sub. de turno... logo até as reparações devem ser mais baratas)

d) Não pagam o dia aos trabalhadores que fazem greve. Ou se pagam pelo menos poupam no sub. De Almoço

e) Podem dispensar os seguranças

f) Não é por isso que deixam de receber o aluguer do espaço das lojas que estão no Metro

g) Podia continuar por aqui fora....

Se seguir-mos este raciocínio, e sem querer estar a dizer de que realmente não há alguns lados negativos para o Metro, a realidade é que quem é mais prejudicado com isto são as pessoas que têm de ir trabalhar de manhã e que já pagaram o transporte, são as lojas que se encontram no Metro, são as empresas que vêm as pessoas a chegar meia hora ou mesmo mais de 1h mais tarde a empresa, com uma boa desculpa, e é quem não tendo outra alternativa tem de vir para o trabalho de carro.

Ganham os Taxistas, as gasolineiras, os psiquiatras (que devem ter bastantes pessoas a ligar com o stress bem lá em cima), e os funcionários do Metro que assim podem ir as compras de Natal mais descansados.

Penso que qualquer pessoa de bom senso, e dada a conjuntura actual do nosso País, diria que sería inteiramente justo exigir que pelo menos os serviços mínimos fossem garantidos. Serviços esses que tentassem minimizar os enormes prejuízos que as empresas, que nada têm a haver com os trabalhadores do Metro, sofrem assim como as pessoas que têm de apanhar por tabela a impossibilidade de usar um serviço pelo qual já pagaram. E muito bem pago.

Não estou a dizer que os funcionários do Metro, de outra qualquer empresa ou segmento, não possa fazer greve para defender os seus interesses. Mas não posso deixar de me colocar na posição de quem apanha por tabela sem ter nada a haver com o assunto. Alias sem querer ter mesmo nada a haver com o assunto, querendo apenas ser servido por já ter pago.

E até questiono seriamente os resultados práticos de tal forma de luta nos dias que correm. Se fosse algo eficaz... provavelmente uma ou duas chegavam não? Mas pelos vistos tem de ser à meia dúzia de cada vez. E mesmo assim...

Falo como outsider claro. Não sei os motivos que levam os funcionários do Metro a fazer tantas greves. De certo que terão as suas razões. Mas isso não muda o facto de que, quem acaba realmente prejudicado não é possivelmente quem tentam atingir. Enfim. Amanhã há mais.

Windows Live Writer

Boas

Apartir de hoje vou começar a usar um programa de nome Windows Live Writer. Este programa permite colocar posts no blogger de uma forma simples e sem ter de estar a usar o browser.

Perguntam vss... mas porque é que é necessário estar a usar mais um programa para fazer posts? Bem... o melhor é calarem-se ya? apeteceu-me e pronto. Além do mais o factor geek é bastante alto. E como já devem ter visto pelo meu post anterior... eu SOU geek. Ah pois é.

E agora mais a sério. Uso o Live Writer porque está mesmo muito cool :) Só não suporta fazer o upload de imagens directamente para o blogger... mas permite por exemplo se tiverem um ftp, fazer upload automaticamente para o mesmo e colocar o link no post.

É esperar e ver se irão suportar isso. Em todo o caso já suporta uma série de formatos de blog o que me traz à real vantagem de usar esta aplicação... é o poder gerir vários blogs num unico programa sem ter de andar a fazer logins constantemente.

Para já estou a gostar. Se estiverem curiosos podem ir ao site e experimentar... afinal... é de borla: Windows Live Writer

Sou geek. Há prob mano? Tás a crescer para mim? Já tenho RAP. Embrulha!

Pois é.. sou geek e tenho RAP. Metes-te comigo dou-te cabo da tua net.

yeap... não tenho jeito nenhum para isto mas deixo-vos aqui um RAP de e para geeks e derivados. E não só. E ao resto tb. Altamente. André da Silva Pinto... estás na onda m8.

Para mais info: http://rap-mieic.pt.vu/

Cá por fora... ou seja, fora daí.

Já lá ia uns tempos que não rabiscava por aqui. O meu último post dava conta da notícia “bomba” que me esta prestes a casar… recebi logo milhões… não… biliões… catrafadões… bem… foram bué pronto, de e-mails que davam conta da desgraça que era eu agora ir-me casar. Além da pena, fundamentada, que tinham pela noiva… era um blog fantástico que possivelmente iria deixar de ser actualizado.

Não temam. Cá estou de novo. Tão a ver? Não era preciso fazerem-me uma espera a porta de casa e ameaçar-me de paulada e coisas mais.

Acabadinho de me casar, à 2 meses e 1 semana… e já me encontro, mais uma vez, fora do país em trabalho. E claro com uma estória.

Chego eu a um aeroporto depois de aterrar vindo de Lisboa (que não vou dizer qual foi obviamente porque senão ainda dizem que ando a dar informações a mais que podem ser usadas por terroristas ou assim) , e comecei logo a preparar os documentos da praxe para mostrar ao Sr. Segurança (este nome, por improvável que pareça, é fictício porque não quero revelar a identidade do homem). Ora conforme me aproximo da zona de passagem eis que me deparo com uma… sim… enorme ausência de fila. Não havia fila para mostrar documentos. A estranhar tal facto, porque não era a primeira vez que vinha a este país, olhei em volta a ver se por acaso eu me tinha enganado. Qual quê, nada disso. Era mesmo ali… assim me confirmou com um olhar a Sra. Segurança (nome fictício também) que me mandou avançar. Quem estava por seu lado a controlar os ditos documentos dá uma rápida vista de olhos nos mesmos, sem sequer os verificar e, continuando a falar animadamente ao telefone, manda-me seguir.

Pensei eu, assim como pensariam os leitores (os milhões de leitores que aqui vêm todos os dias obviamente, catrafadões deles), deverá haver mais a frente um controlo a sério. Para minha surpresa não…

Pus-me logo a pensar como Portugal em geral, e o mundo em específico, seriam um lugar melhor para viver se fosse assim em algumas coisas, outras que não esta claro está. Por exemplo, no caso das Pontes para entrar em Lisboa. Nós mostrava-mos o cartão… a senhora, que estaria portanto muito pouco mal disposta, daria uma olhadela ao mesmo e nos devolvia sem passar na máquina, obviamente. Um dia acontece. Vão ver. Só têm de tentar muitas vezes.

Portugal quer-se um país evoluído, por isso acho que esta na altura de uma vez por todas de adoptar medidas no sentido de nos padronizar-mos mais com a realidade internacional. Afinal quem está mal? Nós ou os outros todos?

Casadoiro o menino...

Para quem não sabe, vou-me casar. Para quem sabe... confirma-se que a noiva não vai fugir… e eu também não.


Bem... ok… isso é mentira... vamos fugir os dois para o outro lado do mundo por uns dias que vão com certeza saber a pouco. Mas só depois do casório obviamente
J.

Este é portanto um dos últimos posts que faço na qualidade de "solteiro".

É sem dúvida um dos passos mais importantes da vida de qq pessoa. É uma altura de reflexão, de stress para ter tudo pronto a horas e perfeito, de "aturar" a família para garantir que se agrada a gregos e a troianos, de surpresa, de ocasional desilusão, enfim. De aproximação de alguns e afastamento de outros. De pessoas que dava-mos como certas e não vão, pessoas que pensaríamos a partida que poderiam não ir mas que largam tudo para poder lá estar. É um misto de tudo numa roda-viva que no fundo acaba por ser engraçado no final das contas.


Tudo isto começou à menos de um ano, e por incrível que pareça para nós o tempo passou a correr e a data aproxima-se a passos largos. A dada altura somos ultrapassados por tudo o que acontece à nossa volta. Tudo entra em velocidade de cruzeiro depois da confusão, e é nessa altura que chega o nervoso miudinho…

Enfim... também eu pensa que sabía como sería, tendo por exemplo os casamentos a que fui, as experiências que nos relatavam... mas a realidade é que é sempre diferente...

Olhamos para traz e vemos o stress dos convites, a indecisão da escolha das alianças, para onde ir na lua de mel, o fato, o vestido, o carro, a quinta, as flores, os convidados, a decoração do copo d’agua, fazer as mesas, organizar a ementa, prova da mesma, a igreja, o processo de casamento, o registo, a casa nova, os acabamentos, as escrituras, os móveis, as viagens das pessoas que vêm de fora, o acomodar as pessoas, o preparar a recepção em casa de cada um dos noivos, o fotografo, o vídeo… e depois… todos os pormenores que andam a volta disto. É impressionante a quantidade de pormenores. A quantidade de tempo necessário… e tudo para que no dia C tudo corra como esperamos.

Todas estas coisas fazem-nos pensar que se compreende um pouco a razão pela qual muitos casais optam por se juntar em vez de casar. Mas depois de estar tudo pronto e a andar sobre rodas… não podemos deixar de pensar que ainda bem que fizemos isto tudo e o fantástico que foi e vai ser.




A todos os que vão estar presentes o nosso muito obrigado por partilharem este dia único connosco.

O sádico e o masoquista

masoquista: bate-me
sádico: não!

Já sei o que estão a pensar. "Passou-se o rapaz coitado". Errado. Eu já nasci passado. E bem passado.

E era uma factura se faz favor…

Se eu recebe-se um cêntimo por cada vez que já tive de dizer isto...

Portugal é um país de hábitos. Senão vejamos… toda a gente se queixa que o IVA está alto, que os impostos estão a subir à descarada e que nada se resolve. E têm razão. A última subida do IVA para 21% é uma aberração. Mas depois há o outro lado da questão.


Os nossos hábitos acabam por fazer com que medidas destas tenham de ser tomadas, ou tidas como uma solução para resolver os problemas. Uns podem dizer que são problemas que o próprio estado criou. Não discordo em parte. Mas o discurso do desgraçado de que espera que o exemplo venha sempre de cima não me convence. Cada um deve e pode fazer melhor. E ainda por cima não custa nada.


Muitas vezes passo em cafés a caminho da empresa onde paro para tomar qualquer coisa. Não… não bebo uma mini logo de manhã. Como muitos destes cafés usam o sistema de pré-pagamento dão-nos uma venda a dinheiro com a qual depois outra senhora nos entrega as coisas. Isto quando nos dão a venda a dinheiro… às vezes é um talão de compra sem qq tipo de validade legal.


Até aqui tudo "mais ou menos" bem. O que me faz espécie é o hábito que têm, quando no-la dão inicialmente, em nos tirarem a dita, a amarrotarem e a colocarem num caixote de lixo. A maioria das pessoas nem pia. Afinal… para que querem um recibo de .55 cêntimos, ou 1.5 euros?

Claro que se pedisse-mos os recibos sempre, mesmo para estas coisas “pequenas”, no final do mês seria para cima dos 20 a 30 euros.


Obviamente não é só na restauração que isto acontece. Nos parqueamentos por exemplo, nos centros comerciais, temos de pedir recibo obrigatoriamente e rápidamente senão nem sai, assim como nas máquinas de venda automática dos transportes públicos, etc.


Então e o que dizer das máquinas de venda de comida ou bebidas em que recibo é coisa que não interessa para nada.


E podia continuar por aqui fora a referir um sem número de exemplos.

A pergunta obvia que qualquer pessoa com dois dedos de testa faz é... se não entregam recibo ou se as pessoas não pedem facturas... será que todas estas empresas são suficientemente honestas para declarar essas vendas e pagar o IVA das mesmas? Eu francamente não sei, e vou desde já partir do principio de que sim. Que o fazem. Alias é até melhor dizer isto mesmo antes que me façam uma espera à porta de casa.

Voltando ao lado sério da questão... eu já à muito que peço recibo / factura de tudo quanto pago sempre que ele está disponível salvo raras excepções. Penso que é o meu dever sendo até uma forma de defender-me de um mau serviço ou produto.


Para se ver a diferença entre Portugal e o resto da Europa, fui a uns tempos numa viagem à Áustria e arredores. Numa vila que agora me falha o nome a minha namorada na altura, esposa em breve, decide comprar uma recordação numa loja. Ela não tinha levado o recibo. Afinal para que precisa de um recibo de uma "souvenir"? A senhora que a atendeu naturalmente, pelo menos para os Austríacos, saiu a correr para lhe dar o recibo que se tinha esquecido. Eram para aí 5 ou 10 euros se tanto.


Pode até ser o caso de um exemplo pontual mas depois de uma conversa com a nossa guia fiquei a saber que por lá estas coisas são “normais”.


Assim como é normal, as comunidades, se juntarem para arranjarem os terrenos a volta das suas casas e até estradas. Isto porque alguém na comitiva comentou como estava tudo muito bem arranjado por todo o lado.


Enfim… realidades diferentes que só nos apercebe-mos quando tiramos as palas e deixar-mos de olhar só numa direcção.

Um spamming pa mim... um spamming pa ti... olé olé...

Ainda sou processado por roubar uma musica do nosso tempo para abordar este tema... mas prontos... acho que vale a pena.

Queria deixar aqui uma nota (noute em inglês) aos gaijos que andam a deixar atum por aqui. Por motivos de ordem analfabética deixo aqui a mensagem em Português e Inglês:

Em português : Pá... não me deixem spam se faz favor. Ok? Este blogue nem presta para nada... ninguém o vê... não vale o esforço... a sério... Obrigado.

Em inglês: Pliase donte liave spame one mai blogue. Okei? Dis bloque does not prestate fore niente... nobodi lukes ate ite.... doas nóte uorde de éforte... riali... Tanque íú.

A ver se agora já posso dormir (slipe) descançado.